Abril ainda mora aqui
onde sangram tantas águas
na profundeza de seus solos
até à tona do seu manto.
vazios da esperança esquecida
que cravos vermelhos floriram
há cinquenta e dois anos de um Abril
e hoje tantos malham nesse atributo.
exprimidas em quaisquer contextos
e a Liberdade vai-se tolhendo
perante as mensagens do descrédito
que usurpam os sentires da crença
e o sentido da felicidade.
puros da mente sempre liberta
e nos encaminhem os passos
a cada manhã que desperta
omitindo tanto louco
traçando estratégias para o seu ego
que quase tudo nos renegam.
e levantem outras similares mentes
para colherem o bem-estar para sempre
enraizando e exultando a Liberdade!
(Abril 2026)












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