Zona Verde, Ansião, por António MR Martins
Olhar Ansião
Observam-se
os cantos da vila
e todos os espaços que a circundam
as árvores assumem gestos
a cada balada do vento que passa
e os transeuntes vão olhando para o infinito.
O
meu suporte é a máquina fotográfica
e com ela foco a riqueza que me rodeia
com o sobressalto do sentir
que este lugar evoca.
Sinto
o campo em seu redor
as aves que a cruzam em liberdade
as borboletas que no outono já existem
as águas do Nabão
que a ‘Kristin’ fez superar seu leito
como nunca.
Tanta
árvore caiu, tanta telha voou
tanta lágrima vertida
tudo foi pavoroso e inesquecível.
Ao
de leve cada sopro do vento
traz à memória esse dia de Janeiro.
Trago
comigo a câmara
e nesta terra clico num segundo
se me aprouver
com sentir, com olhar
com a minha imaginação
ou subitamente
sem pensar.
António MR Martins
e todos os espaços que a circundam
as árvores assumem gestos
a cada balada do vento que passa
e os transeuntes vão olhando para o infinito.
e com ela foco a riqueza que me rodeia
com o sobressalto do sentir
que este lugar evoca.
as aves que a cruzam em liberdade
as borboletas que no outono já existem
as águas do Nabão
que a ‘Kristin’ fez superar seu leito
como nunca.
tanta lágrima vertida
tudo foi pavoroso e inesquecível.
traz à memória esse dia de Janeiro.
e nesta terra clico num segundo
se me aprouver
com sentir, com olhar
com a minha imaginação
ou subitamente
sem pensar.
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