quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Flores do Silêncio

Diante de tantos silêncios
Brotou no meio do meu peito
Um pé fresco de saudades
Semeado de um verso mudo
Que sem querer você plantou...

Na ausência de poemas
Aproveitei as lágrimas
Com elas molhei a argila
Fiz uma coroa marrom
Para as flores das saudades.

Betha M. Costa

1 comentário:

Betha M. Costa disse...

António,
Tu és mesmo um amigo delicado e generoso.Obrigada pela honra de publicar meu poema nesse seleto espaço!
Bjins