quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Até sempre


Ainda te lembras de como eu partia os brinquedos em criança para me sentir infeliz? E depois remendava tudo com a saliva das lágrimas?
Não?
Eu conto-te se te encostares a mim, se me abraçares nos destroços do beijo.
Pode ser amanhã, que não tenho pressa, ou se quiseres, nunca.
Esperarei por ti até as estrelas gelarem.

José Ilídio Torres

3 comentários:

Humana disse...

Não conheço o autor mas tocou-me muito o poema que achei lindo.
Acho maravilhoso o António dar a possibilidade de nos irmos conhecendo.
Um beijinho e dê os meus parabéns ao autor.

Hisalena disse...

Belo poema na forma como nos toca e faz lembrar o tempo que já passou... e as pessoas que já passaram.
Parabens ao autor por mais um belo poema.

Anónimo disse...

Obrigado António por este mimo que aqui me deixaste.
A minha amizade por ti e pela tua família é gratificante e quente.
Obrigado.